ALFABETIZAÇÃO DOS DADOS ATRAVÉS DA EDUCAÇÃO DISRUPTIVA E DESOBEDIÊNCIA DOS PADRÕES ATUAIS!

Em um mundo no qual 80% do conhecimento humano encontra-se disponível na internet, ensinar fórmulas, conceitos, teorias, fatos históricos com base na memorização através da repetição é algo que não faz mais sentido.

Atualmente, é inegável a importância do uso de dados dentro de uma corporação. O que antes poderia ser considerado apenas números presos a tabelas, hoje, são informações valiosas se analisadas da forma correta. Os dados assumem um papel fundamental, mas, para que isso ocorra da melhor forma, é necessário saber interpretá-los.

Da mesma maneira que somos alfabetizados quando criança e aprendemos a nos comunicar através da escrita, devemos também, no âmbito empresarial, aprender a como extrair dos números conteúdos importantes e informações fundamentais. Este processo, chamado Data Literacy (alfabetização de dados), ganhou grande destaque com a transformação digital e é uma das maiores apostas para o futuro.

O modelo atual de ensino não encontra reciprocidade entre alunos e docentes. É visível a falta de entusiasmo, principalmente entre os jovens, quando precisam se adequar aos moldes antigos para tentar aprender.

As empresas também têm carecido de profissionais com uma nova mentalidade, voltada a solucionar os desafios do mundo VUCA em que vivemos.

Por isso acabam elas mesmas educando esses profissionais com soft skills necessárias para o desenvolvimento do trabalho. Mas isso é uma solução apenas paliativa.

A escola, a família e a sociedade, como formadores da nova geração que está surgindo, precisam rever, quebrar paradigmas, aprender a pivotar e criar novas formas de educar através de um novo mindset.

Matemática, física e gramática são tão essenciais atualmente quanto tecnologia , empreendedorismo, cidadania, gestão das emoções e autoconhecimento.

Crianças e jovens querem e precisam ser estimuladas a pensar, a questionar, a criar, principalmente em conjunto. Assim desenvolverão aptidões e terão uma percepção mais ampla do seu papel e das demais pessoas no fortalecimento da cidadania e de um mundo mais sustentável.

Se formos investigar, muitos dos problemas dos adultos se devem às dificuldades em lidar com as emoções e isso nunca foi ensinado nas escolas. Isso nunca foi ensinado pelos pais, porque vivemos numa cultura desprovida de autoestudo. Nossos pais não tiveram esse ensino. Então, como poderiam nos ensinar?

O autoconhecimento é algo fundamental na base de educação, através das famílias e das escolas. Pais também precisam estudar as emoções para entender seus filhos e os ajudarem nessa busca do autoconhecimento.

Assim como é preciso um maior engajamento entre os pais e as escolas. Precisam se falar e interagir mais com o objetivo de uma educação mais sistêmica e humana para as futuras gerações.

Ser desobediente é quebrar essas “regras” de vida que nos foram “ensinadas”. É buscar pelas inovações que o “novo mundo” tem as nos proporcionar. É ser feliz através da não linearidade, se assim você o quiser.

Nesse contexto, é importante tomar as medidas certas para educar os jovens e profissionais do futuro, produtos e serviços orientados por dados. Garantindo que a análise de informações seja como a segunda língua da organização para assegurar que a mesma possa se firmar como Data Literacy.

Destroy your current world view and keep going

Antonio Araujo Júnior

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